Quinta-feira, Junho 30, 2005

TRON (e morram de inveja)

Em 1.982 os estúdios Wall Disney anunciavam aquilo que consideravam uma revolução do cinema: "TRON, UMA ODISSÉIA ELETRÔNICA", um filme feito com imagens produzidas em computador. A coisa gerou enorme expectativa. No entanto, o filme, que teve como premissa o "show" de efeitos especiais e a estória como coadjuvante, foi uma decepção; ninguém assistiu. Hoje, TRON é lembrado (e apenas por um pequeno grupo) muito mais por seu fracasso do que pelo filme em si. Na série "Os Simpsons", o filme foi certa vez lembrado. Trata-se de um daqueles episódios surreais. Homer está caminhando pela sala de sua casa e atravessa uma passagem invisível que o leva a um outro mundo. Neste, tudo tem as formas características de imagens de computador (como no filme). Mesmo no outro mundo, Homer consegue conversar com as pessoas que estão na sala (que nesse momento já são muitas). Então, alguém pergunta: "- Homer, como é aí do outro lado?" E ele responde: "Hum... Alguém assistiu TRON?" A resposta é um total silêncio. Sugiro uma experiência: tente locar TRON. Você provavelmente não encontrará; ou terá a oportunidade de conversar com algum improvável saudosista. Eu fiz isso; comprei o VHS por R$ 3,90 em maio deste ano. Detalhe: a locação ficava em R$ R$ 4,50!

Quarta-feira, Junho 29, 2005

justiça no trânsito

Em regra, as ruas são divididas em duas pistas, por onde podem passar lado a lado e ao mesmo tempo dois carros; basta que cada um permaneça no seu canto. Mas há motoristas (?!) que insistem em trafegar pelo centro, e o que é pior, em geral andam devagar e seguram em suas costas uma cidade inteira que tem mais o que fazer. Não seria justo que esses motoristas pagassem dois IPVA's, já que usam sempre o dobro dos logradouros que os demais?

Terça-feira, Junho 28, 2005

"mijam na gente e a imprensa diz que está chovendo"

(pichado em um muro argentino)

Quem vale mais?

Por alguns anos, um posto de gasolina que existe ao lado da Catedral de Ribeirão Preto permaneceu fechado, sem inauguração. NÃO SEI SE ISSO É VERDADE, mas correram boatos de que a Prefeitura negara autorização para funcionamento, ao argumento de que por estar próximo de tão importante e freqüentado logradouro, o posto colocava em risco muitas vidas humanas. De outro lado, no estacionamento do Wall Mart, na mesma cidade, existe um posto de gasolina. É de se perguntar: será que o número de missas celebradas é assim tão grande de modo a atrair mais pessoas do que um supermercado que fica junto de um shopping center? Ou será que as vidas que freqüentam a igreja valem mais do que as que fazem compras? Hoje os dois postos estão em pleno funcionamento. Resolvida a questão, resta apenas a dúvida: as vidas voltaram a valer a mesma coisa oi caiu o número de missas?